sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Descida do rio Zêzere

Após um mês de chuva e aproveitando uma sexta-feira dia 13 recheada de sol, foi um dia em cheio; Antes de almoço uns inflados com a asa para a secar completamente. Depois de almoço, fui em direcção a Constância, onde realizei a solo uma magnífica descida com cerca de 5 km de extensão. O rio tinha um bom caudal com bastante corrente, em apenas 20 minutos realizei a descida. Para terminar o dia, ainda fíz um pequeno percurso com cerca de 25 km em BTT, praticamente todo em terra batida. É caso para dizer cheguei ao final do dia cansado, mas satisfeito!...

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Polvoeira

No dia 8 de Fevereiro, a praia da Polvoeira foi o local escolhido pelo Clube A. V. S. A previsão apontava para vento entre 20 a 30 km/h de sudoeste.
Ainda antes do almoço, já alguns elementos do clube marcavam presença no local. O dia apresentou-se bastante cinzento, ao longo do mesmo ainda caíram alguns aguaceiros conforme previsto e os raios solares também incidiram no local. Por volta das 14h o tecto subiu, o que possibilitou uma janela de voo com cerca de 2 horas. Deu para tirar a barriga de misérias para quem não voava já algum tempo.

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Mundial de Parapente - México

Foto: http://parapente-mx.blogspot.com/

Acompanhe o blog abaixo mencionado “quase em directo” sobre a nossa fabulosa equipa de parapente a competir no Mundial do México. A moral é elevada e o apoio dos companheiros de voo e portugueses é total...
Mundial de parapente 23-01-2009 a 06-02-2009

domingo, janeiro 18, 2009

Recorde Nacional de parapente

Pedro Lacerda, pertence à associação de voo livre de Sintra (AVLS) para além de ter conquistado o 2º lugar do campeonato nacional de parapente, teve a proeza de bater o recorde nacional de parapente na distância livre em 188,4 km entre Amoreira (serra da Estrela) e Évora Monte. Este voo teve a particularidade de ter sido realizado exclusivamente em território nacional.Conheça todos os detalhes do voo por Pedro Lacerda:
Dia 15 de Julho, na serra da estrela, tudo parecido com o dia anterior, onde tinha feito um voo de 7 horas, tecto alto, cúmulos bonitos e o camandro mas com uns belos 10 nós de NE em altitude.Nunca sai tão rápido da serra porque o dia estava mesmo já a funcionar e não foi preciso as cenas do costume de ficar à espera, foi descolar subir e bazar.Chegando à Covilhã, psicológico ou não é um desatino chegar à Gardunha, tinha o dia montado mas para lá da Gardunha e no planalto da serra, no intervalo népia mas estava a caminho.Repetiu-se a cena do dia anterior subir bem na Covilhã e ala azul fora à procura de subida que me leve à Gardunha. Ia mais pela direita seguindo o caminho aconselhado pelo Victor, e descoberto pelo Zé do Folgosinho. A meio da transição e sempre a descer, vejo à minha esquerda vi um monte de pó a subir e mandei-me para lá. Demorei a chegar e quando cheguei descobri que o que tinha visto foi um pequeno peido da mãe natureza e mais nada subia por ali.Mais à frente encontrei um zero onde me agarrei, lá deu para subir sempre no boianço e chegar por cima da Gardunha onde apanhei o canhão do dia, muito poucas voltas e de novo encostado à nuvem. Eu fico sempre espantado com a força destas térmicas mas depois falamos melhor sobre isso.Junto à nuvem andava-se uns belos 70 à hora por ali a fora agora com nuvens com fartura, optei seguir pela direita da a23 por cima do rio Ocreza, que achava que era o Zêzere vejam lá a ignorância. Cheguei rapidinho às portas do Ródão.
Falhei uns ciclos pelo caminho mas como o tecto era tão alto só era chato porque quando apanhava a térmica a seguir tinha de lá ficar mais tempo para recuperar da asneira. Mas quando acertava cagava em enrolar e punha-me a andar e a subir. Só enrolava quando apanhava núcleos fixes.
O frio era brutal no tecto e junto à nuvem. O arnês canoa é porreirito mas mesmo assim sofro com o frio.Nas portas do Ródão encontrei na térmica um abutre que foi comigo uns 50km a seguir, sempre que enrolava o gajo aparecia até que se sentiu tão em casa que se chegou a uns dois metros de mim, tive de lhe lembrar que a distância é importante e a coisa deu-se. Era como se fosse eu que mandava: quando parava para enrolar ele vinha ter comigo e começávamos todas as térmicas ao mesmo nível. Tirando uma em que fui eu que fiz melhor a transição e ele começou mais baixo. Ganhou-me numas a subir mas também perdeu outras. Os abutres são parecidos connosco em performance, ou então fartou-se de me dar abébias.
Devia começar a levar comida para dar aos abutres, soube que andam esfomeados no telejornal por causa das leis que proíbem o abandono de animais mortos.A seguir ao Rodão foi o rali das aldeias sempre de seguida Nisa, Alpalhão, Crato, todas as aldeias que na altura não sabia o nome e ia tentando explicar ao Miguel.
O Victor e o resto do pessoal vinham uns bons 40km atrás por terem saído mais tarde. Segui sempre uma linha afastada e à frente da serra de são Mamede porque por lá por trás, terras de Espanha, havia umas nuvens desenvolvidas quase ao disparate. Sempre com nuvem mais dispersa agora… siga para sul com um bom ritmo sempre à espera de encontrar Évora mas quando estava a uns 20km com umas nuvens já muito desenvolvidas à esquerda bato em cheio na brisa.Mas pareceu tipo que bati na parece, lá orientei a coisa a ver onde é que dava para aterrar sem estragos e perto duma aldeola e saiu a Aldeia de Vale do Pereira na herdade dos Bocareus a andar para trás.Abracitos Lacerda

terça-feira, janeiro 13, 2009

Diário de um piloto

Conhecido por Sr. Azevedo, é provavelmente o piloto mais idoso em Portugal, ao seu jeito ainda pratica parapente. Com 75 anos, coloca a asa na sua mota 4X4 e desloca-se para satisfazer o seu desejo de voar. Quando as condições não estão para o seu nível, com os seus binóculos aprecia atentamente o mundo fascinante do voo livre. Após cada um dos seus voos faz a análise e regista no seu diário todos os seus singelos voos. No último evento em Linhares da Beira, partilhou com alguns de nós, o registo dos seus voos. Explicando em detalhe cada uma das suas proezas, deixando transbordar a sua emoção. Ficando claro que cada voo representa um enorme desafio. Embora já um pouco debilitado das suas pernas, serve-se da sua cadeira para amortecer as aterragens. O seu exemplo merece o nosso maior apreço e admiração, a sua simplicidade, humildade e o seu permanente desejo de voar, são características bem evidentes da sua personalidade. Merece de todos nós o nosso maior respeito e consideração o que nos apraz destacá-lo como um exemplo a seguir. É um homem de algumas gerações atrás, mas indiscutivelmente com uma mentalidade avançada. É caso para dizer; quando for “grande” quero ser como o “Sr. Azevedo”.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Aventura no Penedo Furado

Eis alguns momentos bem passados com um grupo de amigos, numa paisagem de rara beleza, onde não faltam quedas de água, escarpados e acima de tudo boa disposição. O Penedo Furado fica localizado não muito longe de Abrantes, mas já no distrito de Castelo Branco. para além das piscinas naturais tem excelentes potencialidades para a prática de desportos de aventura.



domingo, janeiro 04, 2009

Fotos Parapente

Neste slide, estão depositadas algumas das melhores fotos da minha colecção de parapente com a autoria de vários pilotos. vale apena admirar todos os cenários...

segunda-feira, dezembro 29, 2008

As 8 melhores descolagens

Consideradas as 8 melhores descolagens de Portugal (continente) pela Revista Digital - vento & térmica.
Outros locais de voo: A Q U I

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Sistema frontais


Desenvolvimento de uma frente fria

Desenvolvimento de uma frente quente
Noções básicas sobre Sistemas Frontais... clique: AQUI

sábado, dezembro 13, 2008

Geocaching

"Caça ao tesouro orientada por satélite"
Geocaching “ver caixa”- é um jogo de aventura e descoberta, baseado num sistema de navegação por GPS. Portugal foi um dos países que acolheu muito bem esta modalidade, foi a partir de meados de 2006 que surgiu no nosso país. Está a ter uma grande adesão e já atraiu várias centenas de adeptos.O objectivo é encontrar pequenas caixas “caches” escondidas numa determinada região do país. O conteúdo das mesmas, pouco interessa, o importante é mesmo localiza-las. Este desporto é conhecido por “Caça ao tesouro” orientada por satélite.. Este desporto para além de o por a descobrir “tesouros”, permite que seja você mesmo a esconder os mesmos, nos seus locais favoritos em termos paisagísticos, históricos, sociais, culturais… obedecendo às regras do jogo. A criatividade de quem coloca as caches é um factor determinante para dar realce ao jogo. A ideia é que utilizadores individuais ou grupos coloquem caches em vários locais e que depois as identifiquem fornecendo pistas para a sua localização exacta. Os jogadores devem inserir as coordenadas – latitude e longitude – no seu GPS e partirem em busca do “tesouro”, que têm de estar materializados em objectos concretos – caixa hermeticamente fechada. Cada cache deve conter um pequeno bloco e caneta ou lápis e um brinde ou mais (porta-chaves, caneta…), que pode ser retirado pelo jogador, desde que lá deixe outro brinde para troca. Neste objectivo deve estar guardado um registo com a identificação da respectiva cache e onde cada jogador deverá registar a sua presença. As caches não podem ser movidas de local. Da mesma forma, se houver pessoas nas imediações alheias ao jogo, o praticante deve esperar que as mesmas se ausentem, de forma abordar a cache de uma forma discreta. A base deste jogo, assenta na aventura em busca do desconhecido, podem ainda envolver vários graus de dificuldade, dirigidas para um grupo específico que dominem por exemplo; trekking, BTT, rappel, escalada, espeleologia, canoagem, mergulho, técnicas de transposição de obstáculos… Conjugar o passeio com aventura é a principal característica deste desporto. Descobrir novos locais, onde por vezes poucos ainda pisaram, olhar para sítios de diferentes perspectivas, ou simplesmente conseguir superar o desafio de solucionar enigmas, até encontrar o objectivo principal. A predisposição é um factor determinante para alcançar os objectivos a que nos propomos. Este jogo tem um relacionamento directo com actividades ao ar livre. Consulta o site oficial: http://www.geocaching.com/
13 MANDAMENTOS
1. Não destruas 2. Não te apresses 3. Tem calma 4. Faz o trabalho de casa 5. Não alteres 6. Ajuda 7. Conta 8. Não ofendas 9. Tens tempo 10. Não copies 11. Sê claro 12. Cumpre as regras 13. Não inventes

REGRAS A TER EM CONSIDERAÇÃO
- Aconselhável utilizar calçado adequado e outro equipamento de marcha.
- O meio de locomoção é livre.
- Se houver enigmas, a sua descoberta pode ser por ordem variada.
- A descoberta da cache pode ser individual ou colectiva.
- Antes de mexer na cache deve certificar-se que não existem outras pessoas alheias ao jogo que identifiquem a cache. Seja discreto neste jogo.
- Ao encontrar a cache, não é permitido mudar o seu lugar, assim como deve registar a sua identificação na mesma.
- Deve fazer uma breve discrição da sua experiência.
- Se retirar o brinde da cache, deve colocar outro no seu lugar.
- Respeitar a natureza e espaços privados.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Técnica avançada de descolagem

Durante a execução da descolagem é frequente verem-se alguns pilotos com alguma experiência, no acto da viragem, largarem os manobradores. É um procedimento tecnicamente errado, do qual pode resultar uma indesejada descolagem. Uma boa descolagem motiva sempre para um bom voo. Para um domínio correcto da asa umas horas de treino no solo pode ajudar em muito a tornar as descolagens mais fáceis e mais seguras.
Neste contexto, aconselhamos em particular a técnica avançada de descolagem, é utilizada por muitos pilotos de grande nível internacional. O seu procedimento é simples e eficaz, é efectuada de frente para a asa e o piloto nunca larga os manobradores.
As asas actuais permitem efectuar esta técnica de reverso, mesmo com intensidade de vento de 5 ou 7 km/h, tudo passa por um treino adequado ao nível de cada piloto.

Ficha técnica: Técnica avançada de descolagem

Nuvens de desenvolvimento vertical



As nuvens de desenvolvimento vertical quanto ao género classificam-se: cúmulos e cumulonimbos. Os cúmulos humilis e os mediocris são as nuvens indicadas para voar em térmica, normalmente as térmicas são materializadas por pequenos cúmulos. Quando há muita humidade e calor no ar, resulta uma grande instabilidade… este tipo de nuvens evolui para cúmulos congestus. Podendo ainda evoluir para os cumulonimbos.Os cúmulos são frequentes em dia de sol, quando o solo está fortemente aquecido. Este tipo de nuvens têm contornos bem definidos, devido à contínua produção de gotículas dentro da nuvem.
As fotos em cima reprentadas da esquerda para a direita designam-se: cúmulos mediocris; cúmulo congestus; cumulonimbo.
Os pequenos cúmulos "humilis, mediocris" podem evoluir e desenvolver cúmulos maiores conhecidos por cúmulos congestus, que são uma das nuvens mais espectaculares, pois as correntes ascendentes contínuas no interior da nuvem, produzem bolhas e tufos em variação constante na superfície superior da nuvem. Desenvolvem-se quando o ar no interior da nuvem se mantêm mais quente que o ar à sua volta e assim a nuvem permanece mais leve do que a sua vizinhança, continuando a desenvolver-se para cima, é alimentada pelas fortes correntes ascendentes no interior da nuvem, subindo o ar a velocidades que chegam a atingir os 20 m por segundo. Os topos dos cúmulos congestus podem atingir os 13 km.
A designação cumulonimbo; resulta da união da palavra cumulo, que significa montão, e nimbo, que significa nuvem de chuva. Este tipo de nuvem, após atingir a sua maturidade provoca tempestades, turbulência, descargas eléctricas… é nuvem densa, potente, de extensão vertical significativa, tem uma forma de montanha, ou bigorna, sendo uma parte da sua região superior lisa. Por baixo da sua base, em geral é muito escura. Provocam normalmente violentas precipitações de chuva, neve ou granizo. São anunciadas por ventos violentos, minutos antes da chegada da nuvem. No seu interior abundam fenómenos tormentosos. Existem também correntes ascendentes de várias dezenas de metros por segundo, provocando turbulências elevadas. A corrente descendente move toneladas de ar contra o solo, o qual depois do impacto se distribui para o exterior gerando uma corrente de ar que altera os ventos dominantes, provocando rajadas. Crescem a partir de cúmulos grandes, têm a base entre os 500m e os 2 km o seu topo pode atingir os 13 km.
Em condições instáveis, o ar no interior destas nuvens é mais quente do que o ar na vizinhança razão pela qual estas nuvens continuam a crescer, devido às fortes correntes ascendentes convectivas no seu interior. O calor resultante da condensação de enormes quantidades de vapor de água realimenta as correntes ascendentes de ar quente. O topo destas nuvens congela em cristais de gelo, que crescem constantemente à medida que as gotículas de água são arrastadas para cima, colocando-se a eles. A cúpula borbulhante, característica dos cúmulos em desenvolvimento, torna-se achatada assim que congela e espraia-se frequentemente em forma de penacho (a "bigorna"), por acção dos ventos dominantes grande altitude.A formação do cumulonimbo, resulta essencialmente de três condições em simultâneo: instabilidade; factores que façam subir a massa de ar; e uma alta humidade no ar. Regra geral uma massa de ar é considerada instável, quando a mesma diminui mais de 6,5º por cada 1000 metros. Os factores que desencadeiam a subida da massa de ar, podem ser os seguintes: cadeias montanhosas; frentes; e movimentos convectivos, causados pelo aquecimento da superfície da terra. Quando existe as condições para se formarem cumulonimbos, surgem em virtude do ar ao subir torna-se instável, uma vez que está mais quente e tem menor densidade que o exterior, até atingir o ponto de condensação. Nesta altura desprende o calor, libertando muita energia e provocando a subida de micro gotas que se vão unindo umas às outras, aumentando o seu diâmetro até produzirem precipitação. A sua formação regra geral demora entre uma e duas horas. É sem dúvida a nuvem mais perigosa e temida em aviação. A sua turbulência chega a sentir-se num raio de 20 km ou mais.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Parapente - Portal pedagógico

O Portal pedagógico é um suporte de apoio técnico que se destina essencialmente a pilotos em fase de iniciação, devidamente orientados por um instrutor de parapente. Este conteúdo constitui um precioso auxiliar de instrução, devidamente integrado no padrão das matérias ministradas pelas escolas de parapente reconhecidas pela FPVL. No entanto, estas teorias requerem obrigatoriamente acompanhamento técnico e pedagógico para a evolução e segurança de qualquer piloto.

NUNCA ESQUEÇA QUE O VOO LIVRE É UM DESPORTO QUE ENVOLVE RISCO. A SUA PRÁTICA POR PESSOAS SEM ESTAREM DEVIDAMENTE INSTRUIDAS E SEM EQUIPAMENTOS ADEQUADOS, OU VOAREM EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS PODE RESULTAR A MORTE OU FERIMENTOS GRAVES.

Introdução
Breve historial
Nomenclatura da asa
Mecânica de voo
Equipamento de voo
Técnica avançada de descolagem
Descolagem
Factores de Segurança
Diagrama de risco
Plano de voo
Regras de voo
Dobragem da asa
Manobras em voo
Incidentes de voo
Incidente de voo - Gravata
Acelerador
Comportamento do vento face ao relevo
Voo em ascendência dinâmico
Aterragem
Aterragem Top-Landing
Performance da asa
Curva Polar
Meteorologia - Generalidades
Meteorologia - Nuvens
Meteorologia - Sistemas frontais
Obter o Tefigrama - passo a passo
Tefigrama-1
Tefigrama-2
Aerologia
Inversão térmica
Voo em ascendência térmica
Voo de distância
Reserva
Procedimentos radiotelefónicos
Orientação
Treino no solo
Orientações para adquirir uma asa
Primeiros socorros
GPS MLR

P E R G U N T A S & R E S P O S T A S

GENERALIDADES
EQUIPAMENTO
METEOROLOGIA
AERODINÂMICA
TÉCNICA
PRIMEIROS SOCORROS
GLOSSÁRIO


ERROS TÍPICOS EM PARAPENTE

domingo, dezembro 07, 2008

Meteorologia

quarta-feira, março 19, 2008

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